terça-feira, 31 de julho de 2012

Chávez comemora entrada da Venezuela no Mercosul e diz que quer exportar petróleo para o Brasil

Brasília - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, comemorou a entrada do país no Mercosul e disse que propôs à presidenta Dilma Rousseff a exportação de petróleo cru para o Brasil. Chávez está em Brasília para selar o ingresso do país no bloco e jantou com Dilma e ministros do Palácio da Alvorada.
A Venezuela é dona de uma das maiores reservas mundiais de petróleo, e, segundo Chávez, deve alcançar este ano a produção diária de 3,5 milhões de barris. Como o Brasil ainda importa petróleo, o presidente disse que sugeriu a Dilma a exportação do óleo venezuelano para o país.
“Propusemos hoje e a presidenta se mostrou muito interessada que a Venezuela exporte petróleo cru ao Brasil. O Brasil ainda importa petróleo e nós estamos incrementando nossa produção. Este ano, a Venezuela vai chegar a [produzir de] 3 milhões de barris a 3,5 milhões”, disse Chávez ao deixar o Palácio da Alvorada pouco depois da meia-noite, após quatro horas de encontro.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e a presidenta da Petrobras, Graça Foster, também estavam no jantar, além dos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia.
Além de petróleo, Chávez disse que a Venezuela está pronta para firmar outros acordos com o Brasil e que o ministro Fernando Pimentel deve ir a Caracas nos próximos dias com um grupo de empresários brasileiros interessados em fechar parcerias com venezuelanos. A compra de 20 aeronaves modelo 190AR da Embraer pela estatal venezuelana de aviação, que será fechada hoje (31), é apenas um dos negócios entre os dois países, segundo o presidente bolivariano.
“É milionário o acordo, são várias centenas de milhares de dólares. Mas é um projeto até modesto em relação ao mapa de projetos que temos com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], a Refinaria Abreu e Lima, alianças petroleiras, energéticas”, disse, sem revelar as cifras do contrato com a Embraer.
Após mais de cinco anos de negociação para a entrada da Venezuela no Mercosul, Chávez disse que o ingresso, que será oficializado hoje, “completa uma equação” e vai fortalecer o bloco. “Esperamos este dia por muitos anos. Para a Venezuela é muito importante, porque esse é o nosso rumo, é o nosso projeto, a união sul-americana. E para o Mercosul uma porta gigantesca se abriu. O Mercosul agora é Caribe. É um passo histórico e reformará completamente a união sul-americana”, avaliou.
Segundo Chávez, a entrada de seu país no Mercosul fortalece “o caráter democrático” do bloco, assim como a atitude do grupo de suspender o Paraguai após o impeachmeant sumário do então presidente Fernando Lugo. “Quando a democracia retornar ao Paraguai, seremos os primeiros a levantar as mãos para apoiar e aprovar o reingresso do Paraguai ao bloco”, disse.
A entrada da Venezuela no Mercosul será oficializada hoje em Brasília, em uma cúpula extraordinária dos líderes dos países que formam o bloco: Dilma, o presidente uruguaio, Pepe Mujica, e a presidenta argentina, Cristina Kirchner.
Com o ingresso da Venezuela, o Mercosul contará com uma população de 270 milhões de habitantes (70% da população da América do Sul), registrando um Produto Interno Bruto (PIB) em valores correntes de US$ 3,3 trilhões (o equivalente a 83,2% do PIB sul-americano) e um território de 12,7 milhões de quilômetros quadrados (72% da área da América do Sul), de acordo com o Itamaraty.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Contaminação do solo fez piso de casa aquecer até 80ºC, em Maceió

Residência fica localizada na Ponta Grossa, em Maceió
O acúmulo de matéria orgânica e a contaminação do solo e da água foram os fatores apontados como responsáveis pelo superaquecimento do piso de uma casa localizada na Rua Marquês de Pombal, no bairro de Ponta Grossa, em Maceió. Um laudo do Instituto do Meio Ambiente, divulgado na manhã desta sexta-feira (20), atesta que os resultados das análises do material coletado comprovam que o vazamento de esgotos e fossas na região estão provocando uma reação química que libera calor.

O fenômeno, que foi sentido há cerca de duas semanas, intrigou especialistas e atiçou a curiosidade da população, quando os donos da casa revelaram que a temperatura do solo chegava a 80 graus Celsius.

A análise foi realizada por químicos, biólogos, engenheiros-químicos e geólogos do IMA e da Universidade Federal (Ufal). Em laboratório ficou constatada a presença de gás Sulfídrico em uma quantidade 400 vezes superior ao normal e uma grande quantidade de coliformes fecais, o que indica a contaminação do solo por esgotos e fossas da região. "Este gás se forma a partir de uma ação bacteriana resultante da decomposição de matéria orgânica. Ela é mais frequentemente encontrada em rios poluídos e estação de tratamento de esgoto", explicou o diretor técnico do IMA, Ricardo César Barros de Oliveira..

Segundo ele, toda a área de entorno da residência está contaminada, não sendo descartada a possibilidade da ocorrência de novos aquecimentos em outras moradias. Diante disso, o IMA vai encaminhar à Prefeitura Municipal uma recomendação para a instalação de canos que facilitem a dispersão do gás acumulado no solo, além de uma obra de saneamento básico em toda região para conter o vazamento de esgotos e fossas.

Os técnicos do IMA voltarão à residência na próxima segunda-feira (23), para a coleta de novas amostras do solo e da água, que também apresentou índice de contaminação.

Na última sexta-feira (13), equipes do Corpo de Bombeiros, do IMA, Defesa Civil Municipal e funcionários da Superintendência Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU) ficaram intrigados com o superaquecimento do piso da casa de propriedade de Ademir Pereira que, segundo ele, começou a elevar-se de forma misteriosa e chegou a atingir 80 graus.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Como e porquê separar o lixo?


A reciclagem reduz, de forma importante, impacto sobre o meio ambiente: diminui as retiradas de matéria-prima da natureza, gera economia de água e energia e reduz a disposição inadequada do lixo. Além disso, é fonte de renda para os catadores.



A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, que fazem toda a diferença. Uma das mais importantes é a reciclagem do lixo. As vantagens da separação do lixo doméstico ficam cada vez mais evidentes. Além de aliviar os lixões e aterros sanitários, chegando até eles apenas os rejeitos (restos de resíduos que não podem ser reaproveitáveis), grande parte dos resíduos sólidos gerados em casa pode ser reaproveitada. A reciclagem economiza recursos naturais e gera renda para os catadores de lixo, parte da população que depende dos resíduos sólidos descartados para sobreviver.

Segundo a última pesquisa Nacional de Saneamento Básico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são recolhidas no Brasil cerca de 180 mil toneladas diárias de resíduos sólidos. O rejeito é resultante de atividades de origem urbana, industrial, de serviços de saúde, rural, especial ou diferenciada. Esses materiais gerados nessas atividades são potencialmente matéria prima e/ou insumos para produção de novos produtos ou fonte de energia.


Mais da metade desses resíduos é jogado, sem qualquer tratamento, em lixões a céu aberto. Com isso, o prejuízo econômico passa dos R$ 8 bilhões anuais. No momento, apenas 18% das cidades brasileiras contam com o serviço de coleta seletiva. Ao separar os resíduos, estão sendo dad os os primeiros passos para sua destinação adequada. Com a separação é possível: a reutilização; a reciclagem; o melhor valor agregado ao material a ser reciclado; as melhores condições de trabalho dos catadores ou classificadores dos materiais recicláveis; a compostagem; menor demanda da natureza; o aumento do tempo de vida dos aterros sanitários e menor impacto ambiental quando da disposição final dos rejeitos.


O que é reciclável?


É reciclável todo o resíduo descartado que constitui interesse de transformação de partes ou o seu todo. Esses materiais poderão retornar à cadeia produtiva para virar o mesmo produto ou produtos diferentes dos originais.

Por exemplo: Folhas e aparas de papel, jornais, revistas, caixas, papelão, PET, recipientes de limpeza, latas de cerveja e refrigerante, canos, esquadrias, arame, todos os produtos eletroeletrônicos e seus componentes, embalagens em geral e outros.

Como separar o lixo doméstico?


Não misture recicláveis com orgânicos - sobras de alimentos, cascas de frutas e legumes. Coloque plásticos, vidros, metais e papéis em sacos separados.


Lave as embalagens do tipo longa vida, latas, garrafas e frascos de vidro e plástico. Seque-os antes de depositar nos coletores.


Papéis devem estar secos. Podem ser dobrados, mas não amassados.


Embrulhe vidros quebrados e outros materiais cortantes em papel grosso (do tipo jornal) ou colocados em uma caixa para evitar acidentes. Garrafas e frascos não devem ser misturados com os vidros planos.


O que não vai para o lixo reciclável?


Papel-carbono, etiqueta adesiva, fita crepe, guardanapos, fotografias, filtro de cigarros, papéis sujos, papéis sanitários, copos de papel. Cabos de panela e tomadas. Clipes, grampos, esponjas de aço, canos. Espelhos, cristais, cerâmicas, porcelana. Pilhas e baterias de celular devem ser devolvidas aos fabricantes ou depositadas em coletores específicos.


E as embalagens mistas: feitas de plástico e metal, metal e vidro e papel e metal?


Nas compras, prefira embalagens mais simples. Mas, se não tiver opção, desmonte-a separando as partes de metal, plástico e vidro e deposite-as nos coletores apropriados. No caso de cartelas de comprimidos, é difícil desgrudar o plástico do papel metalizado, então descarte-as junto com os plásticos. Faça o mesmo com bandejas de isopor, que viram matéria-prima para blocos da construção civil.


Outras dicas:


Papéis:
todos os tipos são recicláveis, inclusive caixas do tipo longa-vida e de papelão. Não recicle papel com material orgânico, como caixas de pizza cheias de gordura, pontas de cigarro, fitas adesivas, fotografias, papéis sanitários e papel-carbono.

Plásticos:
90% do lixo produzido no mundo são à base de plástico. Por isso, esse material merece uma atenção especial. Recicle sacos de supermercados, garrafas de refrigerante (pet), tampinhas e até brinquedos quebrados.

Vidros:
quando limpos e secos, todos são recicláveis, exceto lâmpadas, cristais, espelhos, vidros de automóveis ou temperados, cerâmica e porcelana.

Metais:
além de todos os tipos de latas de alumínio, é possível reciclar tampinhas, pregos e parafusos. Atenção: clipes, grampos, canos e esponjas de aço devem ficar de fora.

Isopor:
Ao contrário do que muita gente pensa, o isopor é reciclável. No entanto, esse processo não é economicamente viável. Por isso, é importante usar o isopor de diversas formas e evitar ao máximo o seu desperdício. Quando tiver que jogar fora, coloque na lata de plásticos. Algumas empresas transformam em matéria-prima para blocos de construção civil.

CURIOSIDADES:

  • A reciclagem de uma única lata de alumínio economiza energia suficiente para manter uma TV ligada durante três horas.
  • Cerca de 100 mil pessoas no Brasil vivem exclusivamente de coletar latas de alumínio e recebem em média três salários mínimos mensais, segundo a Associação Brasileira do Alumínio.
  • Uma tonelada de papel reciclado economiza 10mil litros de água e evita o corte de 17 árvores adultas.
  • Cada 100 toneladas de plástico reciclado economizam 1 tonelada de petróleo.
  • Um quilo de vidro quebrado faz 1kg de vidro novo e pode ser infinitamente reciclado.
  • O lacre da latinha não vale mais e não deve ser vendido separadamente. As empresas reciclam a lata com ou sem o lacre. Isso porque o anel é pequeno e pode se perder durante o transporte.
  • Para produzir 1 tonelada de papel é preciso 100 mil litros de água e 5 mil KW de energia. Para produzir a mesma quantidade de papel reciclado, são usados apenas 2 mil litros de água e 50% da energia.
  • Cada 100 toneladas de plástico economizam uma tonelada de petróleo.
  • O vidro pode ser infinitamente reciclado.
  • Com informaçoes: Ascom - MMA 
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  • Fonte: jornalbrasil 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Apple volta atrás e retoma uso de selo ambiental em seus produtos

A atitude inicial da Apple foi considerada negativa em relação à concorrência na fabricação de eletrônicos, tratando-se de um anti-exemplo para a indústria. l Foto: Nintaro/SXC

Há uma semana a Apple anunciou a retirada do selo EPEAT, de cuidado ambiental, de seus produtos. A decisão foi bastante criticada por grupos ambientalistas e autoridades governamentais. Em resposta a empresa voltou atrás e anunciou o retorno do certificado.

“Nós temos ouvido recentemente que muitos clientes fiéis da Apple ficaram decepcionados ao saber que nossos produtos haviam sido retirados do sistema de classificação EPEAT. Eu reconheço que isso foi um erro. A partir de hoje, todos os produtos da Apple voltam a ser certificados pela EPEAT”, declarou Bob Mansfield, vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple, em comunicado divulgado no site da empresa norte-americana.

Os produtos que contêm o selo precisam ser fabricados com matéria-prima reciclável e de maneira que após o descarte as peças sejam facilmente desmontadas, para permitir a retirada dos componentes tóxicos. Assim que o anúncio da retirada do certificado foi anunciado, o CEO da EPEAT, Robert Frisbee, informou que a única alegação da empresa foi o fato de que o design dos produtos não era mais compatível com as normas da organização.

Além de não ser bem vista pelos padrões de consumo, a atitude inicial da Apple foi considerada negativa em relação à concorrência na fabricação de eletrônicos, tratando-se de um anti-exemplo para a indústria. Portanto, o fato de a empresa voltar atrás na decisão foi comemorado como parte do esforço em tornar a produção de computadores mais sustentável.

Outro fato positivo trazido por este acontecimento foi a visibilidade dada à EPEAT, já que antes do anúncio da Apple muitas pessoas desconheciam o selo e da existência de normas ambientais. Com informações do TreeHugger. 

Meio ambiente deve estar na pauta das Forças Armadas, diz senador

Forças Armadas também devem se preocupar com meio ambiente, diz Capiberibe


Em discurso nesta segunda-feira (16), o senador João Capiberibe (PSB-AP) afirmou que as mudanças climáticas e a proteção ao meio ambiente também devem estar na pauta das Forças Armadas.
 
– É fundamental integrar as questões ecológicas e ambientais à nossa estratégia de defesa de segurança nacional – disse.
 
O senador informou que a França já incluiu as questões ambientais e ecológicas em suas estratégias de defesa e segurança nacional. Segundo ele, os franceses elaboraram dois relatórios sobre o assunto, um da Secretaria Geral da Defesa e da Segurança Nacional e outro de um grupo de deputados.
 
Os documentos tratam do impacto das mudanças climáticas na segurança e defesa nacionais.
– Os franceses constataram que há mais de 15 anos os especialistas do Pentágono imaginam as guerras de amanhã com fortes componentes ambientais e ecológicos – acrescentou.
 
As autoridades militares americanas, disse Capiberibe, já anteveem o crescimento de conflitos com causas ambientais, como no caso de refugiados climáticos, disputa por acesso a recursos naturais e energéticos (água, alimentos e petróleo principalmente) e degradação de biomas e ecossistemas.
 
– Esta última preocupação está diretamente relacionada à Amazônia, até porque, na medida em que se desmata a Amazônia, esse desmatamento irá provocar, certamente, mudanças climáticas nos Estados Unidos. A minha pergunta é se o governo americano irá ficar de braços cruzados – observou.
 
Para Capiberibe, é hora de o governo brasileiro e as Forças Armadas passarem a pensar as questões ambientais, com esse enfoque específico.
 
– Gostaria de conhecer as reflexões efetuadas pelas nossas Forças Armadas no tocante às grandes questões ecológicas: mudanças climáticas, perda de biodiversidade, esgotamento de recursos naturais e, finalmente, as poluições dos meios naturais (água, ar e solos) – disse.
Agência Senado/montedo.com
 
 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Novo estudo explica porque o tomate moderno tem o gosto de papelão


No verão, os tomates parecem tão promissores: sua cor forte e saturada e sua fragrância única anunciam uma exuberante mordida doce-salgada. No entanto, dia após dia, o tomate de supermercado nada faz além de nos desapontar. Como um fruto com tanto potencial pode ter sempre um gosto ligeiramente aguado, ou o que é pior, mais parece um pedaço farinhento de papelão?

Sabemos que os tomates modernos são colhidos verdes e tratados com pesticidas antes de chegar às prateleiras – e que a indústria agrícola produz alimentos para render lucros, não apurar o sabor. Serão esses fatores os culpados pela insipidez do tomate?

Mesmo se forem colhidos já maduros e transportados com todo o cuidado, os tomates modernos não fedem nem cheiram. Pesquisadores analisaram essa questão e recentemente descobriram uma origem genética para tamanha sensaboria.

A culpa é de uma mutação genética descoberta acidentalmente há 70 anos e rapidamente incorporada nos cultivos. Na verdade, a mutação ocorre em quase todos os tomates modernos. Por quê? É ela que confere a sedutora e uniforme cor escarlate dos tomates maduros.

Para azar dos amantes do fruto encarnado, como descreve um artigo publicado na revista Science, a mutação desativa um importante gene, responsável por produzir o açúcar e os aromas essenciais para a formação de um tomate perfumado e saboroso.

Quando os pesquisadores “ligaram” o gene desativado, o fruto maduro passou a ter 20% mais açúcar e de 20% a 30% mais carotenoides. No entanto, sua cor esverdeada e heterogênea não deve agradar aos grandes produtores, e continuaremos a devorar tomates que evocam átimos do sabor de seus antepassados.

Para quem mora perto de uma horta ou pretende cultivar tomates no quintal, há um jeito de escapar do gosto de papelão. As espécies selvagens e os tomates “heirloom”, uma variedade genética mais antiga, não perderam seu sabor devido ao cruzamento seletivo – e você pode comprá-los ou cultivá-los. Talvez não pareçam tão apetitosos como uma fruta da Disney, mas têm gosto... imaginem só, de tomate!


Você se importa com o meio ambiente?