terça-feira, 13 de março de 2012

3 piscinas suspensas pelo mundo

Transparente, no teto, na varanda do apartamento... A criatividade dos arquitetos parece não ter limites, quando o assunto é piscina. O único problema é que muitas ficam em residências de luxo e fora de alcance para quem sonha em dar um mergulho nelas. Abaixo, você encontra três tanques suspensos, localizados em hotéis nos Estados Unidos, na Austrália e em Dubai. Quem sabe você não realiza esse desejo nas próximas férias? 


INTERCONTINENTAL FESTIVAL CITY, EM DUBAI, NOS EMIRADOS ÁRABES

Famosa por seus arranha-céus modernos, com estilo futurista, a cidade não poderia estar fora da lista. A piscina que você vê na foto é enorme, mas esta pontinha é a parte mais atrativa. Isso porque ela ultrapassa o limite do prédio e a parte extra é de vidro. Como é transparente, quem passa na rua e olha para cima pode ver as pessoas dentro da piscina e vice-versa.


JOULE HOTEL, EM DALLAS, NOS ESTADOS UNIDOS

O Joule é um dos hotéis mais luxuosos de Dallas, no Texas. A piscina, localizada na cobertura do edifício, se destaca entre os pontos altos da arquitetura. Assim como a do Intercontinental, de Dubai, um pedaço do tanque também ultrapassa o limite do prédio. A diferença é que, apesar de ter a lateral de vidro, o fundo não é transparente. À noite, a área ganha uma iluminação especial.



ADELPHI HOTEL, EM MELBOURNE, NA AUSTRÁLIA

Este projeto também se estende além da estrutura do prédio e fica localizado no topo. Com piso e laterais transparentes, a parte suspensa também é segura por vigas, que receberam pintura vermelha. Um dos serviços do hotel permite que uma pessoa alugue a cobertura para uso privativo. Nada mal para uma festa em volta da piscina, não é?


Empresa alemã cria pneus ecológicos que economizam combustível


Os proprietários de carros ambientalmente corretos agora têm uma nova opção: os pneus ecológicos. Embora algumas pessoas possam “desconfiar” da primeira geração de pneus verdes, os fabricantes têm sido capazes de fazer um produto ambientalmente saudável e de alta qualidade.

A preocupação com as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e o aquecimento global estão obrigando as grandes indústrias a reduzirem a pegada de carbono e criar produtos que não sejam prejudiciais. Enquanto isso, um “aperto” na legislação, restringindo a quantidade de emissões de GEE de caminhões e carros, levou os fabricantes de automóveis a desenvolverem pneus novos que ajudam a diminuir as emissões de dióxido de carbono (CO2).

De acordo com a Agência Europeia de Meio Ambiente, um quinto do total das emissões da Europa é proveniente do transporte rodoviário. Consequentemente, a UE introduziu numerosas restrições que obrigam os fabricantes de pneus a produzirem pneus mais eficientes e que economizem combustíveis.

A maioria destes pneus reduzem a emissão de carbono, fazendo um contacto mais leve com a estrada, reduzindo a quantidade de resistência e, portanto, necessitando menos gasolina para empurrar o veículo para a frente.

No entanto, com menor resistência pode vir uma menor eficiência nos freios. Em situações ruins, os pneus ecológicos podem ser usados por um período maior do que os pneus tradicionais depois que o pedal do freio é pressionado.

Em 2007, a Continental, uma fabricante de pneus alemã, continuava contra a legislação em reduzir as emissões de CO2 através de pneus “verdes”, e citou preocupações sobre um declínio na eficiência do freio. Procurando se regulamentar e fabricar pneus ecológicos e completamente seguros, a fabricante produziu um dos melhores do mercado para reduzir o impacto sobre o ambiente. O pneu reduz o consumo de combustível e emissões de CO2, e foi criado para sedãs, minivans, cupês e veículos crossover.

Ele é apenas um dos muitos pneus ecológicos que economiza combustível e fornece boa tração. Marcas como a Michelin também atuam na fabricação de produtos ambientalmente corretos. Com informações do FoxNews.

Fotógrafo produz filme pra provar que aquecimento global é real

Crédito: Divulgação Chasing Ice

James Balog é um premiado fotógrafo. Em 2005, ele recebeu a missão da publicação National Geographic de ir até o Ártico para fotografar provas das mudanças climáticas no planeta. Cético, ele acreditava que toda essa história de “aquecimento global” era bobagem e que não iria encontrar nada por lá. Mas chegando a seu destino, viu que estava errado.

Foi então que surgiu a ideia de gravar Chasing Ice (Perseguindo o Gelo), para conscientizar a população de como as geleiras da região estavam mudando. Para isso, ele iniciou o que chamou de “Extreme Ice Survey” (Pesquisa Radical no Gelo): acompanhado de um grupo de jovens aventureiros, ele posicionou câmeras em lugares perigosos para produzir imagens do derretimento durante alguns anos.

Ao assistir à enorme série de fotos tirada de 2007 até 2010, comprimida em vídeos de poucos minutos, é possível ver o impacto que a atividade humana tem na natureza e que, sim, as mudanças climáticas são uma realidade. Balog conseguiu até capturar o momento em que uma enorme massa de gelo (medindo 87 km2, aproximadamente o tamanho de Manhattan) se desprende e vira um iceberg – observação rara até para cientistas especializados.

Chasing Ice estreou no Festival de Sundance de 2012, em janeiro, e foi exibido na conferência SWSX, que acontece em Austin nos EUA. O canal da National Geographic comprou os direitos autorais da produção e deve exibi-la em sua programação. 
 

domingo, 11 de março de 2012

Obras socioambientais a passos lentos em Belo Monte


A construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, continua envolta em polêmicas. Após “vencer” a onda de críticas que questionavam o custo-benefício da obra, principalmente em relação às comunidades ribeirinhas e tribos indígenas da região, a construtora responsável pelo empreendimento agora é cobrada pela lentidão na execução dos projetos socioambientais impostos para a liberação da licença.

Uma subcomissão do Senado esteve no município de Altamira para acompanhar as obras. Lá, os parlamentares comprovaram que o cumprimento das condicionantes obrigatórias – e que servem para beneficiar os nativos da cidade – não estão sendo cumpridas. Com isso, os senadores anunciaram a decisão de fazer visitas ao local a cada quatro meses, além de se reunir semanalmente, para analisar os dados referentes à construção da usina.

“Essas obras devem ser agilizadas, por conta da necessidade e da população, que está cobrando com justiça”, comentou o presidente da subcomissão, senador Flexa Ribeiro. Outros parlamentares lembraram que a execução das condicionantes é prioritária e deve acompanhar o conjunto das obras de construção da usina.

O presidente do consórcio Norte Energia reconheceu que alguns pontos precisam de atenção, mas também cobrou empenho do poder público, que segundo ele, demorou a aprovar a definição do perímetro urbano onde serão realizadas as obras de saneamento básico. “Apenas no mês passado a Câmara Municipal [de Altamira] aprovou a definição desse perímetro. Somente com este documento podemos andar com o projeto de garantir 100% de saneamento básico na área urbana do município”, defendeu.

Escritório brasileiro reforma espaço com estrados e materiais reciclados


Por Paula Alvarado.
Para que seus funcionários tivessem um espaço mais agradável para relaxar no ambiente de trabalho, uma empresa de marketing esportivo de São Paulo, a Latin Sports, encomendou um projeto de reforma à arquiteta Simone Tasca.
Em apenas dois meses, um depósito abandonado, úmido e escuro se transformou nesta encantadora e luminosa sala reciclada.
Entre suas características verdes, está uma parede coberta com ladrilhos recuperados de demolições, dispostos de forma assimétrica, que conferem uma sensação aconchegante ao ambiente.
No centro do espaço, há um grande sofá, fabricado com estrados recuperados de diferentes alturas. Apesar de não ser projetada para servir como cama, a estrutura pode aproveitar melhor o espaço em um apartamento pequeno como um charmoso sofá-cama.
As laterais dos estrados oferecem espaço para guardar revistas ou livros.
Uma coleção de azulejos retrô foi disposta aleatoriamente na parede da cozinha, onde a arquiteta executou outra ideia interessante: duas mesas quase iguais, de alturas e comprimentos diferentes, foram encaixadas para formar uma só mesa extensível com rodinhas nos pés, um refeitório facilmente ampliável.



Todo o espaço foi iluminado com lâmpadas LEDs de baixo consumo energético.
No pequeno lavabo, em vez de um espelho grande, a arquiteta optou por dezoito pequenos, comprados em uma feira, criando uma parede de espelhos. Um balde de metal serve como cuba para a pia.
Apesar de ter sido projetada para um escritório, a sala (vía Construir mais por menos) é tão completa que passaria facilmente por um apartamento de 60 metros quadrados.
Fotos: Alexandre Dotta. 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Foca escapa de mordida de tubarão por pouco


Essa foi por pouco! Uma foca que nadava no mar da África do Sul quase foi devorada por um tubarão-branco. Ela passou a poucos centímetros de centenas de dentes afiados e teve tempo de fugir assim que caiu na água.

Sortudo mesmo foi o fotógrafo Chris Fallows, que conseguiu registrar o momento. Ele estava próximo a Ilha das Focas, onde vivem 64 mil focas e os tubarões costumam caçar.


quinta-feira, 8 de março de 2012

Justiça chilena paralisa construção de termelétrica de Eike Batista


A Corte de Apelações da província do Antofagasta (norte do Chile) suspendeu a autorização ambiental que aprovava a construção da central termelétrica de Castilla, a maior da América do Sul e de propriedade do empresário brasileiro Eike Batista.

O tribunal chileno aceitou um recurso de proteção apresentado por moradores e pescadores de Totoral, a área da futura central, e considerou "ilegal" a classificação ambiental que permitiu a construção, que em várias ocasiões mudou a qualificação de "poluente" para "incômoda".


A MPX, empresa de energia de Eike, informou, em nota que o projeto "cumpre plenamente todas as normativas ambientais vigentes" e irá recorrer da decisão ao Supremo Tribunal do Chile no intuito de demonstrar que a aprovação anterior cumpriu "todos os requisitos constitucionais".
A empresa lembra que em fevereiro de 2011, uma decisão proferida pela Suprema Corte do Chile sobre o procedimento administrativo que havia sido adotado na análise ambiental resultou na revisão dos níveis de emissão do projeto e, consequentemente, da sua classificação ambiental. "A classificação revisada serviu de base para a aprovação pelo Comitê de Avaliação Ambiental da Região do Atacama (Comisión de Evaluación Ambiental ou “CEA”) da licença ambiental para Castilla", informou a MPX.
"Castilla está entre as primeiras plantas térmicas a serem aprovadas no âmbito dos novos padrões de emissões recentemente estabelecidos pelo governo chileno, equivalentes às mais exigentes regras e restrições européias. O investimento orçado para controles ambientais para a totalidade do projeto deverá ultrapassar US$ 1,0 bilhão, contemplando ainda a criação de duas áreas de proteção ambiental na região, que cobrem mais de 12 mil hectares", acrescentou a MPX.
Segundo a Corte, "por não ter ajustado aos parâmetros estabelecidos pela lei, a classificação "incômoda" é ilegal e atenta contra o direito de viver em um meio ambiente livre de contaminação dos recorrentes".
Os coordenadores do projeto precisam decidir agora se apelarão da sentença na Corte Suprema, que poderia revogar a decisão.
A central de Castilla, 80 km ao sul de Copiapó, a capital regional, demandará um investimento de 4,4 bilhões de dólares de Eike Batista. O objetivo é gerar 2.100 MW a base de carvão, mais 254 MW em usinas adjuntas com o uso de diesel.
Segundo grupos ambientalistas, a termelétrica ameaça a extraordinária biodiversidade de Punta Cachos, que abriga colônias de tartarugas marinhas, populações de pinguins e lobos-marinhos, entre outros.